domingo, 20 de julho de 2014

PAULO AUGUSTO LACAZ e ALFONSA ANA ORLANDO


quarta-feira, 16 de julho de 2014

APOSTAR CONTRA O BRASIL NUNCA FAZ BEM !


PREZADOS AMIGOS, CONHECIDOS E INIMIGOS
             
  MULHER DE VISÃO ESTÁ AI!
                     
        ACREDITA NAS ESTRATÉGIAS DE OUTRA GRANDE MULHER -
                    A NOSSA PRESIDENTA.      
                   
                                 SAÚDE, COM RESPEITO E FRATERNIDADE

                                            PAULO AUGUSTO LACAZ 
                                                      PRESIDENTE 
                                           SCCBESME HUMANIDADE
                                 http://societocratic-political-regime.blogspot.com.br/2013/09/new-ideas.html

 http://economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2014-07-16/donna-hrinak-da-boeing-se-voce-quer-lucrar-tem-de-apostar-a-favor-do-brasil.html

VISITA DE UM OUTRO GRANDE PARCEIRO 2014 BRICS



Prezada  Presidenta da República Federativa do Brasil

Senhora Dilma Rousseff,

Segue em anexo um livro de minha autoria para homenagear a ida do Presidente Lula a China.

Espero que esta homenagem seja mostrado ao atual Presidente da China Senhor Xi Jinping 

Sem mais para o momento, desejo-lhe

Saúde, Com respeito e fraternidade


.PS: Caso alguém deseje receber o Livro é só enviar um e-mail, solicitando pois é por enquanto gratuito. 



terça-feira, 8 de julho de 2014

VISITA DE UM GRANDE PARCEIRO


Дорогие друзья России. 

Мы будем укреплять наши культурные и коммерческие связи. 

      Здоровье, уважение и братство 

                             Paulo Augusto Lacaz



Presidente russo, que vem ao BRASIL para cúpula dos Brics, quer mostrar que mantém relações fortes com algumas das maiores economias do Mundo.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, chega no fim da semana ao Brasil com uma agenda própria. A final da Copa do Mundo, a cúpula dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e a visita de Estado a Brasília servirão para Putin tentar mostrar ao mundo que o isolamento imposto à Rússia pela União Europeia e pelos Estados Unidos não se concretizou.

Mesmo que dificilmente deixe o País com alguma declaração de apoio explícito à atuação de seu governo para retomar a Crimeia, o presidente quer mostrar que mantém relações fortes com algumas das maiores economias do mundo e seu país não está refém de europeus e americanos.


Putin chega ao Rio de Janeiro no sábado para assistir, no domingo, à final da Copa do Mundo. Como sede da competição de 2018, a Rússia já teria lugar no encerramento. Mas o pedido do presidente da China, Xi Jinping, de que a Cúpula dos Brics fosse marcada para logo depois do Mundial, veio a calhar para Putin.

Na segunda-feira, o presidente russo será o primeiro chefe de Estado do grupo dos Brics a ser recebido pela presidente Dilma Rousseff em uma visita de Estado.


A posição de conhecida neutralidade do governo brasileiro ajuda, de certa forma, a ambição por apoio, mesmo que não explícito, da Rússia. Não está nos planos do governo brasileiro tratar abertamente da crise, a menos que durante a próxima semana as conversas entre russos e ucranianos tragam uma solução para a crise.


Se isso ocorrer, Putin pode esperar uma declaração no tradicional estilo diplomático brasileiro, de exaltar as tentativas de ambos os lados para uma solução pacífica.

Jornalista Mary Mezzari - https://www.facebook.com/mary.mezzari/about

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Газового соглашения между Россией и Китаем рассматривается как политическую победу Путина


                  Acordo de gás entre a Rússia e a China é visto como uma vitória política de Putin
        Gazprom vai fornecer 38 mil milhões de metros cúbicos à China a partir de 2018. Acordo estava a ser negociado há dez anos e envolve 400 mil milhões de dólares.
A Rússia e a China assinaram nesta quarta-feira um acordo histórico de fornecimento de gás que estava a ser preparado há uma década, mas que dificilmente pode ser separado da actual crise nas relações entre Moscovo e a União Europeia (UE).
Apesar de a UE continuar a ser o mercado mais importante para o gás russo, a abertura das portas na China permite à Rússia diversificar os destinos das suas exportações, o que também servirá para responder à vontade europeia de procurar novos fornecedores.
O acordo, assinado em Xangai pelos presidentes da gigante russa Gazprom, Alexei Miller, e da chinesa CNPC, Zhou Jiping, representa um negócio de 400 mil milhões de dólares (mais de 290 mil milhões de euros) – o maior alguma vez assinado pela empresa estatal russa.
Sob o olhar e os aplausos dos presidentes Vladimir Putin e Xi Jinping, os responsáveis pelas duas empresas selaram um acordo que permitirá à China garantir uma parte importante das suas necessidades energéticas para as próximas décadas – o consumo de gás natural do gigante asiático chegou aos 170 mil milhões de metros cúbicos no ano passado, mas dentro de seis anos esse valor deverá chegar aos 420 mil milhões.
O acordo assinado nesta quarta-feira prevê que a Rússia comece a fornecer à China 38 mil milhões de metros cúbicos por ano a partir de 2018, o que representa cerca de 25% dos mais de 160 mil milhões comprados pelos países da União Europeia em 2013.
A principal questão deste acordo é o preço por mil metros cúbicos, que nenhuma das partes quis revelar, com o argumento de que é um "segredo comercial", segundo o presidente da Gazprom, Alexei Miller.
Apesar disso, as estimativas feitas por analistas e pela generalidade dos mediacoincidem, incluindo os valores avançados pela estação de televisão Russia Today. De acordo com essas estimativas, o preço final rondará os 350 dólares (255 euros) por mil metros cúbicos – a média do valor pago pelos países da União Europeia é de 380 dólares (277 euros).
Este foi um dos pontos mais sensíveis durante as negociações, com a China a revelar mais argumentos para baixar o valor, em parte devido à necessidade da Rússia de diversificar as suas exportações por causa do afastamento do Ocidente causado pela crise na Ucrânia.
Para além disso, Pequim jogava também com a possibilidade de lançar um projecto nacional em Sichuan e de importar gás liquefeito dos Estados Unidos, segundo disse à agência Reuters o analista Gordon Kwan, do Instituto de Investigação Nomura, com sede no Japão.
Seja como for, a assinatura do acordo, ao fim de dez anos de negociações, foi destacada como "um acontecimento histórico" pelo Presidente russo, Vladimir Putin, e está a ser lido na Rússia como uma estrondosa vitória política.
"É, de facto, um acontecimento histórico para o sector do gás da Rússia e da União Soviética. É o maior contrato da história do sector do gás da antiga URSS", declarou Putin.
O Presidente russo admitiu que as negociações foram complicadas, mas disse que o resultado final, alcançado na madrugada de terça-feira (hora local), agrada a ambas as partes.
"Quero sublinhar que o trabalho foi muito duro. Os nossos amigos chineses são, na verdade, negociadores duros. Através de compromissos mútuos conseguimos chegar a um acordo não só aceitável como bastante satisfatório. Ambas as partes ficaram agradadas com o acordo alcançado em relação ao preço e a outros assuntos", disse o Presidente russo.
Barroso escreve a Putin
O anúncio do importante acordo motivou uma reação imediata do presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, devido à importância que o fornecimento do gás fornecimento de gás à Ucrânia já no início de Junho que levou Bruxelas a tomar uma posição pública.
"Enquanto decorrerem as negociações a três [Rússia, Ucrânia e UE], o fornecimento de gás não deve ser interrompido. Conto com a Rússia para manter esse compromisso", escreveu Durão Barroso numa carta enviada ao Presidente russo.
No início da semana passada, Vladimir Putin escreveu a alguns líderes europeus, dando conta de que não tinha recebido nenhuma proposta concreta para o pagamento da dívida da Ucrânia à Rússia pelo fornecimento de gás – se a situação não fosse esclarecida, avisou o Presidente russo, as torneiras para o país vizinho iriam fechar-se, com naturais reflexos no fornecimento para os países-membros da UE que recebem gás através dos gasodutos instalados em território ucraniano.
Em causa está o pagamento de uma dívida de 3500 milhões de dólares (mais de 2550 milhões de euros) da Ucrânia à Gazprom. No início de Março, a UE comprometeu-se a ajudar a Ucrânia a saldar esta dívida, mas não será fácil superar o abismo que separa Kiev de Moscovo – o Governo interino ucraniano quer denunciar um contrato assinado em 2009 que obriga o país a pagar o preço mais elevado da Europa (485 dólares, ou 354 euros, por mil metros cúbicos), mas a Rússia exige que a Ucrânia comece a pagar a sua dívida antes de qualquer acordo.
Uma possível crise no fornecimento de gás este Verão teria menos impacto do que as outras disputas entre os dois países nos últimos 20 anos, que ocorreram durante o Inverno.
Segundo o site EurActiv, que se dedica à publicação e análise de documentos da União Europeia, a intenção da Rússia é mostrar aos seus clientes europeus que o fornecimento de gás através do mar Negro é mais fiável, dando força ao projecto do gasoduto conhecido como South Stream.Este gasoduto tem servido como uma espécie de teste à determinação da União Europeia para fazer frente à Rússia – em Abril, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução não vinculativa para o cancelamento do projecto, mas governos como os da Bulgária e da Áustria continuaram a defendê-lo mesmo depois da anexação da Crimeia pela Rússia.


Cuidado! – Por muito menos mataram Kenedy e o Muammar al-Gaddafi

Outros Assuntos Correlatos:

sexta-feira, 25 de abril de 2014

BRASIL, A UCRANIA DE AMANHÃ



                            Este grito por socorro, no vídeo aí encima,

 no desespero da ucraniana poderá ser
 o desespero dos brasileiros em futuro muito breve.
Eles adotaram a Democracia e os Direitos Humanos.
Nós temos que adotar a SOCIETOCRACIA REPUBLICANA com os
 DEVERES COM A HUMANIDADE.