sábado, 20 de maio de 2017

A FARSA DAS INSTITUIÇÕES REPUBLICANAS, A FRAUDE DAS COMUNICAÇÕES DE MASSA E A INSEGURANÇA DA SOCIEDADE BRASILEIRA - & - GUERRA COMO IDEAL ECONÔMICO, PAZ COMO IDEAL HUMANO, FRAUDE COMO PRINCÍPIO DE PODER.


TRANSCRITO DO PÁTRIA LATINA

A FARSA DAS INSTITUIÇÕES REPUBLICANAS, A FRAUDE DAS COMUNICAÇÕES DE MASSA E A INSEGURANÇA DA SOCIEDADE BRASILEIRA

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Pedro Augusto Pinho*
pedroaugustopinho@hotmail.com

O inexplicável encobrimento pela “grande imprensa” do sério atentado “às instituições” nacionais pelo juiz Sergio Moro ao permitir, impunemente, a transmissão em tempo real do depoimento, em princípio sigiloso, por mídia virtual, do empresário Marcelo Odebrecht obriga-nos a pensar na própria validade destas instituições.
Em princípio, as instituições nacionais resultariam do entendimento da sociedade sobre o sistema organizacional capaz de garantir a soberania da Nação e promover o atendimento das demandas dos nacionais. Elas estariam consignadas no pacto constitucional, pela especificação dos organismos representativos dos Poderes, seus alcances, responsabilidades e provimentos. Suas alterações decorreriam dos novos pactos desta sociedade.
Ficaremos apenas na análise do Brasil, que é nosso verdadeiro interesse, sem excluir condicionantes e contribuições externas. Adianto logo que, no meu entendimento,  somente uma nova Constituição, formada por eleições livres, democráticas*, sem interferência do poder econômico, quer diretamente quer pelas mídias, poderá dar a credibilidade e a confiança que as instituições atuais não são mais capazes de assegurar.
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Não vigora mais no Brasil a Constituição de 1988, tantas foram as emendas introduzidas, quanto adicionadas leis e instituições infraconstituicionais que lhe impuseram limitações e desvirtuamentos. Perguntaria o atento leitor: mas o Supremo Tribunal Federal (STF) não teria sido criado para garantir a vigência constitucional?
O trabalho de Gustavo Zagrebelsky (Diritto per valori, principi o regole, nos Quaderni fiorentini per la storia del pensiero giuridico moderno, nº 31, 2002), entre outras fundadas críticas à elaboração e à aplicação das leis, consigna que os “axiomas jurídicos” são “frequentemente contraditórios”, com o “peso dos ingredientes sigulares” para que sua aplicação se dê “segundo as inclinações ideológicas” da autoridade. Ou seja, a instituição não resulta de uma cidadania participativa, onde os interesses e valores de todos da nação se vêem consignados, mas a expressão democrática “de todos” desagua apenas a vontade de poucos.
No mundo atual, dominado pelo sistema financeiro principalmente de forma totalitária desde o fim da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) – que lhe fazia um contraponto -, as instituições deixaram de representar a própria nação. É inconcebível que domínios estratégicos para a própria existência nacional, como os informes da inteligência, a fabricação de meios de combate, a garantia de fornecimento de energia em todas suas fontes estejam sob controle decisório estrangeiro, quer público ou privado.
A ideia utópica de uma sociedade universal, defendida por Jürgen Habermas, tem sido contestada e desconstruída desde a própria natureza da linguagem por cientistas sociais como Michel Foucault, Pierre Bourdieu, bem como pelo constitucionalista português António Manuel Hespanha (L’Ordre du Discours, 1971; L’Économie des Échanges Linguistiques, 1982; e O Caleidoscópio do Direito, 2009, respectivamente). Excluir do discurso, pelo ideal de uma comunicação livre de domínios, igualitária, é desconhecer a própria natureza equívoca da linguagem (ironia, mistificação, o “desconversar”).
A globalização nada mais é do que a racionalização administrativa ou a gestão otimizada da banca – da Nova Ordem Mundial, dos Donos do Mundo ou que designação se dê ao sistema financeiro internacional -, de todo sistema econômico, social, político, tecnológico e militar das nações, onde se incluem, obviamente, os sistemas constitucionais e jurídicos, que ela domina.
Forçadas “delações premiadas”, incorretas análises econômicas, financeiras e políticas por órgãos públicos, retenção de processos como o fez o Ministro Gilmar Mendes, revelam que as instituições estão em pleno funcionamento, a favor da concentrada riqueza. Também o tempo e custo dos processos conspira contra o povo a favor dos ricos. Seriam  então instituições compatíveis com a democracia? E com a liberdade, tão exortada, clamada e aclamada pelos liberais, neo ou ultra? Na verdade estas instituições que temos não são republicanas, nem democráticas nem protegem a Nação e o povo.
Não me atreverei, e estaria sendo contraditório se o fizesse, a apontar quais instituições teríamos e como funcionariam. Este será o resultado da vontade nacional, da Constituinte que deve dar fim ao golpe de 2016 e a todos os outros  vêm sendo cometidos contra o interesse do Brasil e da cidadania brasileira.
Também não adiantará realizarmos eleições presididas e conduzidas pelos que, impunemente, aplicaram o golpe jurídico-legislativo-midiático com participação estrangeira a menos de um ano.
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Deixo à inteligência dos senhores o enriquecedor debate sobre o Brasil que queremos, mas não me furtarei à participação.
*Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado

Transcrito do DINÂMICA GLOBAL

Guerra como ideal econômico, paz como ideal humano, fraude como princípio de poder.

pedroaugustopinho@hotmail.com

A apresentação do artigo a seguir será feita com entusiasmo. É leitura recomendada para voltar novamente e ler, dado seu teor eslarecedor e recompensador. É sem dúvida uma aula. E o texto, bem redigido, traz um assunto do interesse de todos – que mesmo os desinteressados crônicos cedo vão tomar nota – que é a perda de um país inteiro conquistado e involucrado numa guerra! Digo ao leitor que aprecie o conhecimento e lhe será útil, um dia será. Aproveite a leitura.
    “Dias obscuros se passam sem deixar pistas claras perante os olhos, que se fixam estáticos diante de narrativas ocas, um fundo azul e atores arrumadinhos adentrando lares onde se lhes permite roubar tudo.” Rod Oliveir, admin. Dinâmica Global.
GUERRA COMO IDEAL ECONÔMICO, PAZ COMO IDEAL HUMANO, FRAUDE COMO PRINCÍPIO DE PODER.

As palavras introdutórias do pensador alemão Axel Honneth em seu livro de 2011, “O Direito da Liberdade”, remete-nos à questão central deste artigo: “uma das grandes limitações de que padece a filosofia política da atualidade é estar distante da análise da sociedade e, desse modo, fixada em princípios puramente normativos” (na tradução da edição brasileira, Martins Fontes, SP, 2015).

Desde que o financismo se tornou o poder mundial, nos anos 1980, levantou-se a cortina que cobria toda doutrinação sobre a sociedade construida sob o manto ideológico de séculos atrás: o liberalismo de Adam Smith (1776). Apenas recordando: John Nash, Prêmio Nobel de Economia em 1994, demonstrou matematicamente a falácia do postulado que “o máximo nível de bem-estar social ocorreria sempre que cada indivíduo, egoisticamente, perseguisse seu bem-estar pessoal”. E mais, além da Teoria dos Jogos de Nash, Richard Lipsey e Kelvin Lancaster, com seu Teorema do Segundo Melhor, mostravam que o maior ganho se dava em oposição ao postulado dos monetaristas e da midiaticamente elogiada escola de Expectativas Racionais de Robert Lucas.

 Em resumo: a sociedade humana estava sendo desenhada sobre pilares falsos e com a compreensão errada a respeito dos objetivos econômicos, consequentemente das ações políticas, que lhe impunham como única e inelutável. A sequência das crises, nas áreas periféricas e até uma delas no centro europeu de poder, fortaleceram o modelo financista mas desvendaram sua estratégia. Ao fim, a última crise, de 2008, com a oportunidade de governos cordatos deu-se nos Estados Unidos da América (EUA), centro do império, repercutindo até hoje pelo mundo.

Acrescentemos a esta farsa do liberalismo – quer neo, como se referem os crentes do fim da história, quer ultra, como no esclarecedor “Uma Estranha Ditadura”, de Viviane Forrester (UNESP, SP, 2001) – a guerra, que é o fim da disputa capitalista.

Tópico número 1.
 A louvada competitividade só pode terminar na guerra. Se devo “vencer” meus inimigos com tecnologia e preço, chegaremos ao limite que só a destruição física consagrará um vencedor. Se o sangue sempre corre, nas disputas fundiárias brasileiras e nas economias marginais urbanas, apenas como exemplos, o que se dirá dos confrontos geopolíticos, abundantemente plantados em todo mundo contemporâneo. Fiquemos em exemplos onde já se impunha o poder financeiro estadunidense: guerra cambojana-vietinamita 1977-1991; invasão do Panamá 1989-1990; guerra do golfo 1990-1991; guerra civil da Somália 1992-1995; Haiti 1994-1995; Bósnia 1994-1995; Kosovo 1998-1999; Afganistão 2001-2014; Iraque, Paquistão, Iémem, Líbia e Estado Islâmico, ainda em curso.

Tópico número 2. O modelo concentrador por definição, expulsa sistematicamente algum par. Esta eliminação não se resume à apropriação da riqueza mas à destruição de suas bases, ou seja, áreas econômicas, regiões ou locais que lhe serviam de suporte. A História da África, o continente que mais sofreu a agressão capitalista, é uma sucessão de demolições econômicas, sociais, étnicas e políticas. Apenas recordando, o imperialismo britânico deslocou o holandês, o germânico e o otomano, do sul ao norte do Continente. Enquanto houve áreas abertas, como o oeste dos EUA, eram assassinadas etnias, escorraçadas populações e ampliado o espaço para competição capitalista. Mas agora não existe área desocupada. Tem-se que exterminar o concorrente, ou uma crise de ativos não rentáveis ocorrerá. É o que vemos na Ucrânia, na Síria e, em breve, na América do Sul. Quem não quer ver, por contrariar seus interesses, por não suportar a angústia ou por simples e comum desinformação não estará livre das consequências. A guerra é resultante da crise do capitalismo.

Finalmente o Tópico número 3, que a citação inicial nos remete. Toda construção desta “democracia” contemporânea focava a representação plutocrata. Não começou agora, com o poder financeiro, rentista. Ela sempre dominou a expressão política do judiciário e do legislativo. Apenas o executivo, pela identificação personalizada, podia se afastar dos interesses econômicos majoritários. Na primeira república brasileira não houve este confronto, mas a necessidade industrial das forças armadas, entre outras convergentes razões, promoveu a Revolução de 1930, cujas conquistas até hoje são combatidas e questionadas. O fim dos governos militares marcou a construção da república financeira, neoliberal (sic). Foi assim exacerbado o judiciário, o poder sem voto. E tendo alcançado o executivo, malgrado todo empenho do capital, uma Presidente não hostil, mas não simpática à expansão financista, provocou-se o golpe que ressuscita como um fantasma a combater a Revolução de 1930.

E com ignorantes e corruptos vassalos, o poder no Brasil se candidata a entrar na guerra da próxima crise do capitalismo, que este articulista prevê para muito breve. Não bastam eleições em 2018, o Estado tem que se aproximar das demandas nacionais e populares. Não pode continuar como resultado da norma, da filosofia do século XVIII. Por um Brasil contemporâneo, livre, justo e soberano.

Autor: Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado

quinta-feira, 18 de maio de 2017

HOW DO THE IDEAS OF SOCIAL LABOR LAWS APPEAR IN SWEDEN?

Prezados Amigos e Conhecidos,

Por ingerência  de um Grande Positivista Sueco, o Senhor Anton Kristen Nystrom - https://sv.wikipedia.org/wiki/Anton_Nystr%C3%B6m o positivismo foi levado para a Suécia através da Inglaterra, e com certeza teve influencia extraordinária nos princípios básicos da EDUCAÇÃO dos SENTIMENTOS e da INSTRUÇÃO CIENTÍFICA da evolução do  saber subordinar os Sentimentos egoístas aos Sentimentos Altruístas (Viver para Outrem e não Mentir) e fundamentalmente saber as Leis Naturais das Ciências e suas respectivas aplicações tecnológicas para o Bem estar Social e Moral de sua Sociedade.

O Saber educar os sentimentos é que resultou  no que estamos presenciando hoje com espanto para alguns e por satisfação de ver concluído muitas das  teses e proposições de Augusto Comte. https://sv.wikipedia.org/wiki/Stockholms_arbetareinstitut

Reduzindo os bárbaros, com certeza diminuirão os presídios, os Juízes, os Advogados, os Psiquiatras e os Psicólogos.

Mas pelo visto os Suecos Contemporâneos esqueceram dos ensinamentos científicos do positivismo e até destruíram um marco histórico o Instituto Trabalhista de Estocolmo para acabar com a noção de "base" que lhes deram  a grandeza de hoje, e  receberem novidades  Ocidentais (USA) maléficas à sua sociedade. 

Os que desejarem conhecer este assunto favor  solicitar uma palestra.

Um grande abraço a  todos,desejando-lhes complementarmente,
Saúde, com respeito e fraternidade,
Paulo Augusto Lacaz 

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Segue tradução mecânica sem correção.

Por que a Suécia está fechando suas prisões?
Por Erwin James, Guardian UK
02 13 de dezembro
 População carcerária da Suécia caiu de forma tão dramática que o país planeja fechar quatro de suas prisões. Que lições podem o Reino Unido aprender?
As prisões da Suécia sempre tiveram uma reputação em todo o mundo como sendo liberal e progressista. Tanto é assim que, em 2005, até mesmo Saddam Hussein pediu para ser transferido para uma prisão sueca para aguardar seu julgamento - um pedido que foi rejeitado pelas autoridades suecas . Mansão são prisões do país uma opção suave?

O chefe da prisão da Suécia e serviço de reinserção social, Nils Oberg, anunciou em novembro que quatro prisões suecas estão a ser fechadas devido a um "fora do comum" declínio no número de presos .

Embora tenha havido nenhuma queda nos índices de criminalidade, entre 2011 e 2012houve uma queda de 6% na população prisional da Suécia, agora um pouco mais de 4.500. Uma redução semelhante está prevista para este ano e o próximo. Oberg admitiu estar intrigado com o mergulho inesperado, mas expressou otimismo deque o motivo foi a ver com como suas prisões são executados. "Nós certamente esperamos que os esforços que investem na reabilitação e prevenção de recaída de crime teve um impacto", disse ele.

"O serviço de prisão moderna na Suécia é muito diferente de quando eu entrei como um funcionário da prisão jovem em 1978", diz Kenneth Gustafsson, governador de Kumla prisão, cadeia mais segura da Suécia, situada 130 milhas a oeste de Estocolmo. No entanto, ele não acha que o sistema passou macio. "Quando entrei, o foco era muito sobre a humanidade nas prisões. Prisioneiros eram bem tratados, talvez bem demais, dirão alguns. Mas, depois de uma série de fugas de alto perfil em 2004 tivemos a reequilibrar e colocar mais ênfase na segurança. " Uma dessas fugas foi feita por um homem chamado Tony Olsen, servindo prisão perpétua para fotografar dois policiais mortos, de uma prisão de segurança máxima em conluio com um guarda da prisão. O então diretor-geral do serviço penitenciário foi forçado a demitir-se.

Apesar do endurecimento das atitudes em relação à segurança da prisão após os escândalos de fuga, os suecos ainda conseguiu manter uma abordagem amplamente humana para a condenação, mesmo dos mais graves infratores: penas de prisão raramente ultrapassam os 10 anos; aqueles que recebem prisão perpétua ainda pode aplicar ao tribunais depois de uma década para que a sentença comutada para um mandato fixo, geralmente na região de 18 a 25 anos. A Suécia foi o primeiro país da Europa a introduzir a identificação eletrônica dos criminosos condenados e continua a esforçar-se por minimizar penas de prisão de curta duração, sempre que possível por meio de medidas baseadas na comunidade - provou ser mais eficaz na redução da reincidência .

De acordo com o Ministério da Justiça do Reino Unido, a maior taxa de reincidência no prazo de um ano de lançamento entre os adultos é registrado por aqueles que servem a 12 meses ou menos. A taxa de reincidência geral na Suécia é de entre 30 e 40% em três anos – cerca de metade do que no Reino Unido. Um fator provável que manteve reincidência para baixo e a taxa de encarceramento na Suécia abaixo de 70 por 100.000 capitada população - menos de metade do valor para a Inglaterra e País de Gales – é que a idade de responsabilidade criminal é fixado em 15. No Reino Unido, crianças com idades entre 10-17 e jovens com menos de 21 anos de idade registro as maiores taxas de reincidência: quase três quartos e dois terços, respectivamente - uma boa parte dos quais vão povoar prisões de adultos. Ao contrário do Reino Unido, onde uma sentença de prisão perpétua pode ser transmitida para a 10-year-old, na Suécia não jovem com idade inferior a 21 pode ser condenado à prisão perpétua e todo esforço é feito para garantir que o menor número de jovens delinquentes possível final na prisão.

Uma forte razão para a queda no número de prisões pode ser o montante do apoio pós-prisão disponíveis na Suécia. Um serviço de reinserção social confiante - uma agência governamental é encarregada não só de supervisionar aqueles em liberdade condicional, mas também é garantido para fornecer programas de tratamento para criminosos com problemas de droga / álcool ou violência. O serviço é assistido por cerca de 4.500 supervisores leigos - os membros do público que se oferecem para fazer amizade e transgressores de apoio sob supervisão. Não há equivalente no Reino Unido.

Quando eu digo que Gustafsson Chris Grayling, secretário de Justiça da Grã-Bretanha, anunciou recentemente que os presos na Inglaterra e no País deGales estão a ser feitas a usar uniformes de prisão e ter acesso limitado à televisão , ele ri. "[Os políticos] manter seus dedos longe de nós. Estamos autorizados a continuar com o nosso trabalho sem nenhuma interferência".

Ele fala sobre os objetivos mais amplos e objetivos para o departamento de justiça sueca: "Este ano e no próximo ano a prioridade de nosso trabalho será com jovens delinquentes e homens com convicções de comportamento violento Por muitos anos temos vindo a executar programas para ajudar os viciados em drogas. Agora estamos também a desenvolver programas para lidar com comportamentos como agressão e violência. Estas são as coisas importantes para a nossa sociedade, quando essas pessoas são liberados. "

Falei com um exprisioneiro que agora dirige uma empresa social chamado X-ConsSuécia . Peter Soderlund servido quase três anos de uma pena de quatro anos de drogas e crimes de armas antes que ele foi lançado em 1998. Ele foi ajudado por uma organização recém-formada dirigida por ex-prisioneiros chamado Kris , (Criminosos Retornar Em Society). Durante alguns anos ele trabalhou para ajudar a construir Kris até 2008 quando, após disputas e conflitos organizacionais, ele deixou.

"A grande diferença entre Kris e nós é que estamos felizes em permitir que as pessoas que ainda estão a tomar medicamentos vício para se juntar a nós", diz ele. Ambas as organizações trabalham com o mesmo objetivo: ajudar prisioneiros reintegrar com sucesso na sociedade depois de terem sido libertados. E o que é a vida para o preso na Suécia? "Quando  eu estava dentro eu tive sorte Em Osteraker prisão onde eu servi a minha frase do governador foi iluminado. Fomos tratados bem, mas eu sabia que nem todas as prisões suecas eram como que eu conheci tantas pessoas lá dentro que precisava de ajuda.... - depois de ter recebido a ajuda de Kris Eu sabia que queria ajudar os outros. Com X-Cons, nós encontrá-los no portão e apoiá-los em alojamento e oferecer uma rede de apoio. "

Será, porém, que o público sueco está perdendo seu apetite para a reabilitação genuíno para os presos?" Na Suécia, acreditamos muito no conceito de reabilitação, sem ser ingênuo, é claro", disse Gustafsson. "Há algumas pessoas que não querem ou não podem mudar. Mas, na minha experiência, a maioria dos presos pretende alterar e devemos fazer o que pudermos para ajudar a facilitar isso. Nem sempre é possível conseguir isso em uma sentença de prisão.

"Além disso, não é apenas a prisão que pode reabilitar -. Muitas vezes é um processo combinado que envolve liberdade condicional e maior sociabilidade pudermos dar  educação e formação
, Mas quando sair da prisão essas pessoas precisam de moradia e emprego ".
Comentários   
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- A Equipe RSN

6# Activista 2013/12/02 19:10
Lista de países por taxa de encarceramento- Wikipédia, a livre ...
en.wikipedia.org / wiki / List_of_countries_by_incarceration_rate
Rank, Prisioneiros País por 100.000 .... 
População carcerária per capita.
Suécia 67/100, 0 00
Estados Unidos 716/100, 000
doente EUA é NUMERO UNO ... prisão-industri al império do mundo ...

+2# Activista 2013/12/02 19:33
História da prisão PRIVATE Everett -
www.heraldnet.com/article/20130922/NEWS01/709229935
estava lá preso por 22 horas no dia 1 de outubro. Memória de uma criança / adolescente com hipotermia, clicando dentes em uma cela fria - tortura? Quando ONU visitará prisões norte-americanas?
  
0# Milarepa 2013/12/03 00:25
Eu tenho vivido na Suécia há mais de trinta anos. Há muita coisa que não está sendo dito nesta história, e eu não posso dizer que neste espaço limitado. Basta dizer que, na verdade, a situação é sombria. As pessoas estão gastando meses, às vezes anos, em solitário, antes de ir a julgamento. Muitos se suicidam ou confessar crimes que não fazer apenas para obter algum alívio. Os promotores têm poder basicamente ilimitado. É basicamente um sistema do século 18. Além disso, novas prisões estão sendo construídas. Tome este artigo como uma peça PR. Leve-o com um grão de sal ENORME.


O suicídio é por outra razão. A vida se torna monótona, pois  já nascem ricos, tendo muito apoio do Estado, e não lutam para a sobrevivência. Perdem a razão de vida. O meio ambiente é propício para a solidão. O que o Miralepa escreveu  há necessidade de se averiguar. Mas nada tem com o educar pelas bases positivistas, que tem reduzido substancialmente o numero de bárbaros. P. A. Lacaz

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Tumbade Anton Nystrom em North Burial terra em Estocolmo.
Anton KristenNystrom , nascido 15 de Fevereiro de 1842 ,em Gotemburgo , morreu 17 de junho de1931 em Estocolmo , foi um sueco médico , professor, educador e escritor e criador do Instituto Estocolmo Trabalhista 1880. Ele era filho de comerciante LarsFredrik Nyström e Carolina Kristina Silfverstolpe .
Biografia 
Anton Nystromtornou-se um estudante em Uppsala em1860 e, depois de estudar lá e no Instituto Karolinska , Dr MedSci em Lund 1868.
Nystrom foi assistente oficiais médicos na guerradinamarquês-prussiana em 1864 , 1866 e 1868-1869 e estudou no exterior ( Inglaterra -Londres – onde tomou conhecimento do Positivismo com  Richard Congreve * http://en.wikipedia.org/wiki/London_Positivist_Society) e em seguida, estabeleceu-se em Estocolmo e, desde então, que o médico especializou-se no espectro de doenças de pele e doenças mentais .
 Pela primeira vez em Estocolmo, ele teria cortejado romântica de Pontus Wiknersgatan . 
  Ele apareceu algumas décadas mais tarde para a divulgação do positivismo como  
ensinamentos sociais, políticos e religiosos e promulgada em 1879, em Estocolmo a Associação Positivista, onde foi diretor. Esta pequena comunidade tinha bases  da filosofia e dos princípios de Auguste Comte , mas esforçou-se para evitar os extremos bizarros ( EXTREMOS UTOPISTAS, mas jamais quimérico) em seu sistema. A partir desses princípios, o que envolve o compromisso de " viver para os outros "{ Não é dar seu patrimônio para terceiros – esplico na palestra) e  promover a consolidação da ordem e do progresso com bases  morais  e éticaos " isto é, não mentir,  Nystrom propagou zelosamente aos democráticos  estes movimentos na capital durante adécada de 1880.
Anton Nystrom incluído especialista em doenças sexualmente transmissíveis e perfilado-se ainda como educadores sexuais, especialmente após a vida sexual fato de ciência popular e suas leis saiu em 1904, um livro que editou regregras ou normas de Nystrom Karl Otto Bonnier rejeitado [1] . Nystrom foi em 1919 a primeira pessoa na redação exigiu da homossexualidade descriminalização na Suécia.
A fim de combater o alcoolismo , o comportamento anti-social , criminalidade e da influência de extremistas agitadores dentro da classe trabalhadora e liderado pela convicção folkbildning necessidade, que ele criou em 1880 (outubro)  o  Instituto Trabalhista de Estocolmo . Nystrom foi diretor do Instituto desde a sua criação até maio 1908 e tem, apesar de sua longa foram desencorajados de mais de uma direção, trabalhou com devoção ao seu portfólio. Este Instituto tornou-se o ponto de partida para a Popular Science movimento palestrante na Suécia, para o qual os subsídios do Estado para o ano de 1913 foi pago por 270 000-540 centros de aula, enquanto os municípios ou indivíduos fizeram pelo menos tanto como o subsídio do governo cessante.
Nystrom defendeu com muita energia suas opiniões através de panfletos, a imprensa, mais variedade de encontros, palestras e diversas manifestações, etc. Ele defendeu inclusive formação de sindicatos , liberdade de religião , separação da Igreja  do Estado , sobriedade e uma defesa nacional segura, e lutou contra a direção materialista e rancoroso do socialismo .( Comunismo – Socialismo de força)
Arquivos de Anton Nystrom pessoais no Stockholm City Archives, e inclui uma extensacoleção de cartas de pessoas conhecidas e desconhecidas em sua época.
Bibliografia de seleção [ editar | fontede edição ]
·        Se o pé e a formareal do artigo de calçado (1867)
·        Se cretinismo e idiotized (1868)
·        Ensaios teóricos epráticos sobre hudåkommorna (1870)
·        Se insanidade, etc (1878)
·        Positivismo. Aprodução sistemática, etc (1879)
·        Questões sociaisda época (nove folhetos, 1879-1881)
·        Se o casamento , pauperismo e prostituição (1885)
·        História culturalgeral (seis volumes, 1885-1893; nova edição emquatro volumes 1901-1904)
·        Impossibilidade dosocialismo (1892)
·        Se a doença mentale os cuidados hospitalares mais dicas sobre a protecção jurídica louco (1895)
·        O surgimento daschamadas curtas e chamadas de longa (1898)
·        Crime eda reconciliação, ou domínio e do direito à vida das Nações (1899)
·        Charles XII ea conspiração contraseu governo autocrático e de vida (1900)
·        As batalhas daEuropa Oriental entre a Rússia, Polónia e Suécia (1901)
·        Alsácia-Lorena und die Möglichkeit einerdeutsch-französischen Allianz (1904)
·        A vida sexual e suas leis (1904;quarta edição 1912)
·        Problemas da vidasexual (1905)
·        Reflexões sobreUnião Crisis (1905)
·        O cristianismo eo pensamento livre (1908)
·        Kärlekslifvet esaúde (1910)
·        606, Ehrlich-Hata-agente (1910)
·        Pobreza e daprocriação (1911)
·        Antiga HistóriaCultural (1918)
·        História culturalfuturo recente (1918)
·        Osjudeus então e agora, e a questão judaica na Europa Oriental (1919)
·        Se ahomossexualidade para a ciência ea lei (1919)
· Se ahomossexualidade e hermafroditi: iluminação de existências incompreendidos (1919)
·        Desastres Mundiaise os meios para a salvação da humanidade (1922)
·        Polónia, emseguida, e agora: as descrições da história da Polônia desde a fundação doEstado para 1925 (1925)
·        Cristianismo: asua origem, desenvolvimento e resolução (1926)
·        1859-1929: umahistória de 70 anos: memórias pessoais e observações (1929)
·        Igrejarevolucionando o Iluminismo (1930)
Referências [ editar | edição fonte ]
1.   ^ cartas de rejeição Karl Otto Bonnierestão na coleção de Anton Nystrom no Stockholm City Arquivos, também publicadoem fonte de Estocolmo.
·        Nystrom,Anton Christian no tipo MIME (segunda edição, 1914)
·        Nystrom,Anton K. no tipo MIME (suplemento segunda edição,1925)
·        . Leander, Sigfrid(1980) folkbildning nascimento: Anton Nystrom e Estocolmo estãotrabalhando instituto 1880-1980 . Sueco vida e de trabalho,0348-9310; 32. Estocolmo: Rato Nordic ..Libris 8.370.322 . ISBN 91-7108-182-8
·        Schroff, P.;. Westerlund, CA(1887) algumasnotas históricas do movimento operário, em Estocolmo . Estocolmo. Libris 3037878

·        Nascido em 1842
·        Mortes 1931
·        Psiquiatras suecos
·        Homens
·        Pessoas de Gotemburgo