quinta-feira, 21 de junho de 2012

RIO+20


RIO+20
BIOCRACIA
A RESPONSABILIDADE DA PRESERVAÇÃO AMBIENTAL,
 DO PROGRESSO SOCIAL E DA ORDEM MORAL.
      
  • Social Economia Política. Capitalismo Policiado. Sustentabilidade nos negócios.
                                      - Ambiental - preservação da natureza.

  • MORAL - educação dos sentimentos
                          - instrução científica
                    - Política – regime. Societocrático republicano
                          - Saúde – medicina
                          - deveres / direito

Para ficar mais fácil de organizar este tema tão complexo, achei por bem analisar os “órgãos” envolvidos, na defesa da BIOCRACIA, aqui na Mãe Terra. (Bio = Vida; Cracia = Governo)

Como os organizadores deste conclave e seus participantes não possuem uma Doutrina Científica e tudo em grande parte é decidido por “lógicas” empíricas e não por conhecimentos de Leis Naturais Científicas, no campo das Ciências Sociologia e da Moral Positivas, que nos fornecem por sistematização, a tendência da projeção das ações futuras, com base nas informações do passado, complementadas pelas séries históricas ocorridas em outras civilizações, onde aplicável e principalmente com base nestas informações do passado, ajustadas por nós agora no presente é possível prever a tendência do futuro.  

Esta técnica de “Brainstorm” que cada um dá uma ideia é valida quando se conhece a ciência que comanda o assunto, em causa, mas neste conclave as ideias são geradas aleatoriamente, para depois alguns cérebros privilegiados de potencial memória e dotados de inteligência de interligação dos fatos, faz que se crie uma Lista de Normas e Parâmetros, para que os nossos “filhos” venham cumpri-las para atingir os objetivos definidos.

Mas como sempre, a Maioria jamais teve razão, acerta por acaso, os pontos sugeridos não vão sendo operacionalizados e as sugestões vão sendo desgastadas, com o passar do tempo e os objetivos não são atingidos e nem cumpridos.

O esforço realizado pela ONU para a RIO+20 é válido somente para demonstrar uma preocupação que é real, e que necessitamos de procurar soluções em diversos planos de ação, por meio das Leis Naturais da Ciência Sociologia Positivas e suas respectivas aplicações tecnológicas = Economia Política; bem como da Ciência Moral Positiva ou Ciência da Construção ou ainda pouco conhecida como Psicologia Científica e suas respectivas aplicações tecnológicas (normas): Individuais, Familiares, Cívicas, Ocidentais, Orientais e Planetárias, que não criem o bloqueio da criatividade científica e nem a ação da livre imprensa com responsabilidade.                                        

·       SOCIAL Ambiental – Preservação da Natureza               
Sendo o Ser Humano um ser vivo; um organismo, por isto, formado de certa maneira; e, por outro lado, não podendo sobreviver, a não ser, em um determinado meio ambiente; e só se manterá neste meio, em virtude de determinadas relações entre o organismo e o meio.

Ao se enumerar tais relações, aparecem as diversas funções dos animais; de sorte que cada função, isto é, cada ato convergente da natureza viva, corresponde à existência de cada uma destas relações, que são realizadas por intermédio de certa parte do animal; estas partes, que se denominam órgãos.

Assim, os animais são considerados um conjunto de órgãos; é daí que vem a palavra organismo.

O meio é modificado pela vida do organismo; e o organismo é modificado pelo meio onde vive.

Estas modificações tem um limite, vai depender da capacidade do organismo; ele vai se adaptando às variações do meio; mas se estas variações forem muito grandes e muito bruscas, o organismo é destruído, aniquila-se, em vez de se transformar. Por isto, não é possível se admitir, que possam ocorrer modificações indefinidas, encima do mesmo organismo.

Devido à reação do organismo sobre o meio, e do meio sobre o organismo, aparece uma dupla aptidão animal:
1.   por um lado, é preciso que o organismo modifique o meio, adaptando-o cada vez mais às condições da existência animal.

2.    por outro lado, é preciso que o organismo, se molde, isto é, ajeite-se ao meio, quando não o puder modificar.

Mutatis Mutantes, podemos extrapolar que o estudo da Sociedade pelo seu ponto de vista estático, pode ser estudada pelas partes essenciais de um organismo coletivo, das instituições básicas e dos órgãos fundamentais, que servem de sustentáculo à existência Social:

A Língua, A Família, O Trabalho, A Produção, O Salário, O Capital, A Propriedade, O Governo Temporal ou Político e o Governo Sacerdotal ou Espiritual ou do CULTO, que fornecem as bases dos estudos;
                Para conhecermos os desenvolvimentos ou evolução dos órgãos sociais acima citados, que consiste na sucessão das modificações correlativas e fixas, que sofrem os elementos sociais, e as instituições essenciais, em seu movimento espontâneo, entre os limites de variabilidade, que a Ciência Sociologia Positiva reconheceu pertencer à existência coletiva.

Todas as observações que se pode realizar sobre os diferentes grupos humanos, evoluindo através dos tempos, estabeleceu-se a existência de uma mudança continua, no estado das diversas Estruturas das Camadas Sociais e das Instituições Maternas e das Mídias, que servem para promover as suas Ações; tendo incessantemente variado, consoante aos tempos e lugares; a condição do Proletariado, do Patronal, do Sacerdócio e das Mulheres; o Caráter da Propriedade, a Forma da Distribuição da Riqueza, da Família, da Linguagem, da Organização da Cidade, do Município, do Estado, da Federação e da Igreja, e esta última, em função de sua Doutrina.

O que caracteriza como glória para o filósofo Augusto Comte, é ele ter encontrado e estabelecido, por demonstração, as Leis Filosóficas Naturais destas Variações, ou a Fixidez de suas sucessões, de acordo com a relação constante, que as ligam ao desenvolvimento dos três principais atributos de nossa natureza psíquica – O Sentimento, a Inteligência e a Atividade; isto é, de nossa "Alma, ou psique ou mente".
Todas as mutações sociais, assim observadas, dependem, com efeito, da evolução destes elementos primários, acima indicados, e de todas as manifestações coletivas, que são regidas por Leis Naturais Fundamentais, da Filosofia Primeira ou Leis da Fatalidade Suprema, que são 15 Leis; as Leis Naturais da Filosofia Segunda – Leis das 7 Ciências Positivas – Matemática, Astronomia, Física, Química, Biologia, Sociologia Positiva e Moral Positiva, com as suas respectivas aplicações tecnológicas, conhecidas dos positivistas, como Filosofia Terceira.

Para melhor entender esta matéria entrem em contato com A missão da IUCN que tem por objetico influenciar, encorajar e assistir sociedades em todo o mundo na conservação da integridade e biodiversidade da natureza, e assegurar que todo e qualquer uso dos recursos naturais seja equitativo e ecologicamente sustentável.

 http://pt.wikipedia.org/wiki/Uni%C3%A3o_Internacional_para_a_Conserva%C3%A7%C3%A3o_da_Natureza_e_dos_Recursos_Naturais

     http://www.storyofstuff.org/

·      SOCIAL – Economia Política.Capitalismo Policiado.Sustentabilidade nos negócios.
 
    Economia Política

1.       DA INSTABILIDADE DO EQUILÍBRIO ECONÔMICO

                A análise filosófica que Pierre Laffitte, discípulo direto de Augusto Comte, em 1892, (http://www.doutrinadahumanidade.com/artigos/lequilibre_economique.htm)  realizou em seu trabalho sobre a Estabilidade do Equilíbrio Econômico fornecendo-nos um conhecimento preciso dos erros da Economia Política e os perigos da sua aplicação; que agora podemos  apreciar como estes erros influenciam de maneiras tão deploráveis sobre a situação atual do Planeta (2012), dando uma consagração sistemática aos excessos constantemente crescentes de uma industrialização desenfreada, que se pretende dispensar sempre em nome destas falaciosas concepções, em qualquer direção. Não concebendo única a vida económica, a sua plena universalidade planetária, a abstração feita dos outros elementos sociais e assim chegou-se a proclamação implícita de um tipo de vida meramente material, expresso hoje em dia pelo PIB. Produzir com agitação para consumir tanto quanto possível, tal é o objetivo único, que se determinou por dar à vida humana. No entanto hoje em dia já existe uma preocupação com o social. Com a evolução do conceito de que a sociedade organizada - empresas, governos e sociedade civil – vêm se conscientizando de que para que o crescimento econômico possa representar efetivamente desenvolvimento, deve vir acompanhado de melhorias na qualidade de vida das pessoas, com redução de desigualdades sociais e maior respeito ao meio ambiente, medidos pelos IDH e o índice de Gini.

Os economistas colocam muitas vezes nos seus prefácios respeitosas considerações à moral; mas como estas vagas declarações precisam verdadeiros deveres sociais, afetam a forma e não alteram de modo algum o conteúdo. Isto é tanto verdadeiro que veio ingenuamente classificar os povos de acordo com a quantidade de carne (1850) que consomem (hoje o PIB). É o pingente econômico da singular classificação democrática dos povos após o número de indivíduos que sabem ler, fazendo, naturalmente, com cuidado a abstração do que eles leem.

Uma das consequências mais deploráveis de tais hábitos e dos princípios que o consagram, é uma instabilidade económica constantemente crescente.

 A instabilidade de todas as situações criou uma anarquia industrial e moral verdadeiramente sem nome. Sem dúvida, as leis naturais da ordem social, o peso fatal dos hábitos e os antecedentes teriam oposto sendo insuperáveis uns obstáculos à realização estes desastrosas quimeras, mas a simples emissão de tal concepção torna apenas demasiado evidente uma instabilidade económica que se ousou sistematizar tal grau a instabilidade que irá evidentemente está sempre crescendo, dado que mais é combatida apenas por antigos hábitos e princípios esgotados, que se tornam cada dia mais incapaz de defender a ordem social.

 A instabilidade econômica quando bem constatada, necessita, antes de indicar os meios convenientes para regulá-la, com mais precisão, sobre seus graves perigos, analisar suas origens. Os perigos da instabilidade económica são pessoais, familiares e sociais. Deve-se apreciar sumariamente a este triplo ponto de vista.

Os perigos no campo individual ou pessoal, isto é, devido a Instabilidade Económica são de vários tipos. A primeira a que tal instabilidade gera é a predisposição necessária ao estado de loucura.  Não há dúvida que o número de psiquiatras e psicólogos tem aumentado muito. Na civilização dos silvícolas não há loucos.

Quanto ao efeito da economia política na instituição da família humana, que difere essencialmente da família dos outros seres vivos, por possuir a capacidade de continuidade, enquanto a segunda se reduz à simples pano de fundo para apresentar solidariedade; tem um passado e um futuro que é o verdadeiro caráter da família, cujo ensino até agora ofereceu apenas um tipo de verdade: A anarquia econômica tende a destruir a Família, desde que a economia política nunca foi capaz de assumir uma concepção positiva desta grande instituição social. Em vez de considerar a empresa, de acordo com a realidade científica, composto por famílias, enxerga-a como um mero conjunto de indivíduos que perseguem o bem-estar puramente individual ou pessoal. A anarquia económica recebe a consagração, aparentemente científica, o que agrava a situação. Aprecie uma influência mais detalhada desta instabilidade na própria família. Primeiro, ele tende a suprimir a casa como um só teto fixo, que é a primeira condição para a existência de qualquer família normal. O instinto profundo que caracteriza a linguagem levou, com efeito, designar como a casa da família tudo para “viver as claras” e “viver para outrem” – sem mentir - verdade, como mostrado pelas classes superiores. Mas, longe de atingir progressivamente todas as famílias, devido a maior instabilidade económica, tendendo a perturbar profundamente a fixidez de endereço já obtidos, outros fatores de degeneração da instituição orgânica, Família - são os desquites, os desrespeitos dos filhos aos sentimentos de veneração aos pais e os casamentos de gay. Vide - http://sccbesme-humanidade.blogspot.com.br/2012/05/same-sex-couples.html

Quanto aos perigos sociais de muita instabilidade econômica, onde são tão grandes e tão óbvias que já vem atraindo atenção de observadores conscienciosos, como hoje em dia a ONU – os participantes do conclave RIO+20, preocupados com a dignidade da nossa situação social, vide Crise de 2008 nos USA e atualmente na U.E., gerando o desemprego. O movimento industrial tem desenvolvido um vasto proletariado, cuja incorporação é a questão social do nosso tempo – INCORPORAÇÃO DO PROLETARIADO NA SOCIEDADE


No entanto, a instabilidade desses hábitos que geram obras imensas para insegurança crescente é realmente terrível. Em poucos dias, muitos proletários são expostos por uma simples mudança de hábito, a ser privados de seus meios de subsistência, sem poder, de qualquer forma responsabilizá-los, porque, pela sua situação eles não podem prever ou fornecer conhecimento sobre tal assunto; e mesmo que saibam não podem ainda opinar em sua defesa. Padrões de mais instabilidade, vemos crescer constantemente, por uma ideia de progresso cego, e os aplausos dos dirigentes nesta crescente instabilidade nos meios de produção; a mente da maioria dos patronais não se importa com mal estar da família dos seus trabalhadores.  As consequências são as mesmas que os do comportamento instável, ou seja, as faltas de vendas frequentes, para alimentar a produção, são muitas vezes terríveis, e por vezes, causando a morte lenta de muitas vítimas operárias.

"Em nossas grandes cidades Industriais quando ocorre uma crise econômica; ocorrem lesões em comparações empresariais com as quais nos massacres feudais assemelhar-se a combinações felizes. É terrível o derramamento de sangue, mas é mais terrível ainda quando no ser humano seca o seu sangue e aparecem as queimaduras”. A FOME!

O avanço do desenvolvimento da sociedade certamente oferece visão mais nobre, mas traz consigo os perigos de corrupção que as fazem mais horrível e mais funesta.

Aparece diante de nós um CÉU que se levanta, e um mais profundo inferno que se afunda.

Essas dificuldades aumentando de forma cada vez mais brutal deixam a vida de milhares de Homens continuamente expostas aos perigos mais extremos, sem que seja possível prever, muito menos ter antídoto e mesmo remédio, apesar das afirmações que parece ser uma amarga ironia, como elas são serias e verdadeiramente injustas.

A necessidade de abordar a instabilidade econômica e os meios para chegar lá, objetivando resolver adequadamente de forma arriscada, é preciso primeiro francamente reconhecê-los, sem exageros da anárquica e sem otimismo retrógrado. Ver as coisas como elas são; isso é a primeira condição para fazer uma melhoria real. Este fato, objetiva reconhecer que a principal solução para os males sociais é essencialmente intelectual e moral, e, secundariamente, política.
As instituições têm valor e eficiência à medida que se baseiam em princípios universalmente adotados, que visam completar a conquista. O objetivo é conseguir a formação de uma opinião sob a influência dominante que os hábitos podem mudar, assim, finalmente, retornando à normalidade real, isto é sabiamente progressiva, permanecendo sempre orgânica. O advento de uma nova concepção de ordem social, cientificamente comprovada, vai nascer dentro de cada um de nós, em pontos de vista e sentimentos que teremos que mudar nosso comportamento.

No modo se sentir de pensar e de agir.

Assim pode ser resolvido por vida social onde há finalmente a condição estável e eficiente, com base em uma espontânea patente, formada lentamente. Por outro lado, projeta adotando universalmente (e as inevitáveis, se eles são cientistas) que irá se formar uma opinião, de nenhuma maneira arbitrária, uma vez que será uma expressão da realidade, a qual, para organizar a resposta de cada um dos participantes, tudo em ordem, para ajudar o esforço individual, reduzindo a intervenção da força que deve diminuir gradualmente, embora não se pode esperar para sempre, eliminá-la completamente.
                Vamos agora brevemente definir o que são os conceitos científicos, cuja adoção vai fazer melhorar a coesão económica social e aceitar com paciência as disposições imodificáveis. Nós devemos primeiro reconhecer claramente os grandes princípios definitivamente demonstrados pelos famosos pensadores do século XVIII. Era do Iluminismo ou era da Razão.

  • A Propriedade individual é a base fundamental e necessária em qualquer sociedade; é a condição prévia de qualquer progresso, como de toda a dignidade, e deve ser comprometida e consolidada.
  • Em segundo lugar, a divisão das funções económicas é tão inevitável como indispensável.
  • Finalmente, as várias funções abandonado o jogo natural de forças individuais tendem a formar uma Ordem [Patronal] espontânea, fundação inabalável de qualquer desenvolvimento artificial.
Mas agora temos de estabelecer um segundo princípio absolutamente ignorado pela economia política, e que será o ponto de partida da nossa intervenção artificial para uma sábia melhoria da ordem natural.

Este princípio é: "A riqueza é social em sua origem e deve ser no seu destino também”.

É óbvia que a capacidade profissional de um trabalhador até mesmo no nível mais básico é uma criação lenta da Humanidade, e que exigia os esforços que remontam aos primeiros séculos da história.

  • O trabalho social é na sua fonte e, portanto, deve estar no seu destino.
  • Daqui decorre que empresários e trabalhadores, são membros necessários de uma grande organização, e que, portanto, deve desaparecer moralmente o distinguir de transição entre as funções públicas e privadas.
  • Outra consequência é que todos nós nas econômicas temos DEVERES a cumprir.
  • A adoção desse novo princípio derivam imensas consequências.

Ø  Primeiro. Já não é moralmente possível considerar as necessidades de nossa personalidade, variáveis ​​e as suas aspirações, como as únicas considerações que devem entrar na regulação da nossa conduta e por isso, devemos introduzir em nossas vidas as considerações de ordem económica, não só do nosso interesse, mas também as consequências sociais de tais atos. Devemos parar de confundir ainda, como é feito hoje, a noção de mudança com a do progresso. E não para glorificar o nome de que as mudanças sejam quais forem sem perguntar se estas mudanças representam uma melhoria social real. Além disso, mesmo se uma mudança gera um progresso real, é necessário indagar, em termos sociais, a sua verdadeira oportunidade. Finalmente, quando a mudança proposta constitui um progresso em tempo útil, é um dever inegável para organizar uma operação adequada entre o estado e a situação que queremos alcançar. Com base nestas considerações, cabe a cada um de nós, três níveis de funções, tanto a perspectiva do ano ativo, como os trabalhadores industriais e como passivos que diz respeito, de acordo com a nossa aprovação ou culpa devidamente motivado.
O Capital é o primeiro a ser considerado, porque todo mundo pode participar de sua realização, em certa medida, e que é necessário avançar para uma fixidez de hábitos. Como pode a vida industrial ela prever e prover, se em algum momento, os diversos setores de habitação, vestuário, mobiliário, etc., Etc. Esta estabilidade tem, além disso, todas as alterações irrelevantes que requer um desenvolvimento adequado. É desnecessário acrescentar que essa fixidez de hábitos necessários para a ordem social, tem, de fato, as reações mais felizes domésticas e pessoais, e só podem pagar uma verdadeira perfeição estética, incompatível com a preponderância de caprichos indefinidos, provenientes principalmente das inspirações mais ínfimas.

Ø  Um segundo requisito fundamental para alcançar uma ordem verdadeiramente normal é para moderar a característica da instabilidade da transformação dos modos de produção. Os escritores têm muito protestado com justiça, com relação a certas medidas, contra a aversão com que normalmente são saudados pelos trabalhadores, os vários desenvolvimentos e as muitas mudanças que foram feitas nos últimos séculos, especialmente na fabricação, no financeiro, nas leis trabalhistas e nos Fundos de Garantias. Sem dúvida, são indiscutíveis que o desenvolvimento preliminar da indústria teve que ser puramente empírico, pois todos os vários desenvolvimentos, incluindo a mais útil e a maioria dos necessários, tiveram de ser mais ou menos prejudiciais, e não deve, por ser rejeitada. Mas também devemos reconhecer que a evolução como industrial adquire mais potência, mudança, ou mesmo o progresso mais certo, treinar com eles problemas e infortúnios mais graves para o proletariado, e mesmo com muitos líderes industriais ou empresários. E mais uma vez, o empirismo primitivo da evolução industrial, como ela se torna mais preocupante, está se tornando cada vez menos desculpável na situação atual da Inteligência Humana.
Pois, de acordo com a evolução da Humanidade, na sua idade preliminar tem tido para desenvolver suas forças, enquanto, ao normal para estabelecer, deve ser resolvida pela sua sustentabilidade.  O problema a este respeito como em muitos outros, é organizar a reconciliação de Ordem (Patronal) com o Progresso (Proletário), que só pode ser alcançado através da subordinação do Progresso necessário, e ele nunca terá um desenvolvimento adequado, se não for desta forma. É da responsabilidade deste, após uma série de “trabalhos de casa” na Assembleia Pública, na Diretoria e no Proletariado industrial. O dever geral de todo mundo deve ser transparente, de acordo com a concepção positiva da ordem industrial; finalmente mudando a concepção empírica segundo a qual, qualquer tipo de modificação para o que está estabelecido é considerado Progresso.

Ø  Finalmente, devemos conceber o DEVER de cada um de nós que não vai apoiar o Progresso real, que então é apropriado e gradualmente introduzido uma transição bem organizada. Os líderes industriais para ter a tarefa de organizar uma transição tão especial, terão que definir uma espécie de extensão do princípio da compensação, para uma finalidade pública, isto é, aqueles cujas mãos estão concentradas no capital humano para antecipar crises e para isso, instituem um abrandamento quaisquer para as alterações dos males, que são  um pouco intenso nos meios de produção. Existe uma necessidade inegável cuja prova é fácil e quase óbvia. O proletariado, no seu discurso sobre este assunto, é mais passivo do que ativo. No entanto, quando ele é regenerado por uma aprovação suficiente de princípios positivistas, ele vai participar vigorosamente na manutenção da ordem econômica, recusando-se a assistência de seu trabalho para o progresso, o valor ou até mesmo verdadeiro gosto não será demonstrado. O positivismo pode fornecer estes princípios comuns de sentenças e até mesmo de acordo. Quanto inúteis ou prejudiciais às operações industriais, a negação da promoção é inteiramente uma moral absoluta. Nós podemos muito bem ver uma onda de greves realmente sociais, enquanto até agora, mesmo quando eles eram as mais legítimas, que eram sempre afetadas por uma personalidade de caráter profundo. Mas, para um conjunto de tais direitos sejam eficazes por parte do público, dos Dirigentes Industriai e do Proletariado, é necessário que a responsabilidade ainda seja seriamente aplicada. É por isso que devemos nos esforçar para reduzir, em vez de estender o princípio do anonimato que a preponderância desastrosa, que finalmente remove toda a responsabilidade pessoal, sem o qual não pode, no entanto, ser nem de dignidade, nem de moral.

Por fim, nesta questão de Economia Política, entende-se que a riqueza e o trabalho são uma produção de toda a Humanidade, e sobre o qual sua existência e desenvolvimento deverão evitar sempre que possível, as mudanças especialmente repentinas, que são devido a um enorme desperdício de força. Pois essas mudanças provocam tanto a perda de material e perda de força mental e moral, que por necessidade são os trabalhadores da produção que irão adquirir novas habilidades. Este conceito deve ser generalizado e sistematizado, de acordo com uma visão geral da ordem econômica. Lá, na ordem econômica, três funções essenciais podem apresentar:

Produção, Armazenamento e Expedição.

Os economistas, como o público, não enxergam suficientemente a Ordem Geral Social, no entanto cegamente acreditam em um domínio de produção exclusiva.

Devemos retornar para uma apreciação mais estrondosa: o efeito preservação e expedição, em certa medida, pelo menos, tão grande como a produção de ordem económica. Especialmente a conservação, complementada pela expedição que é devido a formação de capital e seu aumento gradual. Esta avaliação da conservação lhe confere  sua verdadeira dignidade e suficientemente explica a necessidade de subordinar a produção a conservação. Podemos, além disso, deduzir a partir desta breve análise sobre o verdadeiro caráter do papel econômico das Mulheres. Conservação tomou seu lugar de direito na ordem econômica; a Mulher aparece-nos como arriscar, e que realmente desempenha um papel importantíssimo na vida industrial, no entanto, nunca deve abandonar a Família.

A Mulher na Família e na sociedade como resultado funciona essencialmente conservadora e deve ser, após uma expressão admirável, que lhe é peculiar.

A dona de casa, mas nunca de trabalho, mas sim de Educadora dos Sentimentos Humanos – Ensinar Subordinar o Egoísmo ao Altruísmo aos seus filhos.

 Para esta posição, ela vai ajudar, uma vez que já ajudou em uma grande proporção da formação, da prosperidade humana. Esta avaliação inegável, embora contrária aos projetos grosseiros atuais, faz-nos ver juntos ao positivismo que deve encontrar nas Mulheres adequadas, sendo iluminado por um grande apoio, para organizar, finalmente, por uma preponderância de subordinação da Ordem e do Progresso à MORAL, para a melhoria do bem estar social do Ser Humano aqui na Mãe Terra.
v CONCLUSÃO
 Economia Política
Assim, em resumo, deve ser reconhecido, como demonstrado e que é nosso DEVER cumprir nossa conduta:

1) A apropriação individual da riqueza é a condição necessária de toda a existência social;

2) Que a decomposição do trabalho em funções separadas é tão inevitável e indispensável;

               3) Que as várias funções, deixados a si mesmos, sob o impulso da responsabilidade pessoal de  cada um de    seus agentes, tendem a formar uma ordem natural ou espontânea, para qualquer base da ação necessária de qualquer modificador.

Mas após encontrar por estas três propostas acima, a existência de uma ordem natural econômica, que demonstraram a necessidade de uma modificação desta ordem espontânea. Temos, portanto, estabelecido, que:

1) Que, uma vez que a ordem econômica é baseada em leis naturais, podemos, por isso mesmo, e devemos, portanto, sujeitas a um desenvolvimento adequado estabelecido por uma clara e sistemática de não eventualidade.

2) Que, por isso, temos de admitir o princípio agora inegável que a riqueza e o trabalho social estão nas fontes e devem estar no seu destino;

3) Que, após isso, há, para cada um, uma inegável necessidade de introduzir no desempenho de vários atos industriais, considerações que não sejam puramente pessoais, e nós devemos apreciar as consequências sociais da nossa vida industrial, bem como afetar  nosso negócio e contribuir para um sábia melhoria da ordem natural;

4) O que precisamos acima de tudo, em vários atos de nossa vida material, é lutar por uma rigidez suficiente para evitar alterações e suavizar as desvantagens de todas as alterações necessárias e lentas e oportunas. Já estão bem estabelecidas as Leis Filosóficas dos princípios naturais e econômicos de uma modificabilidade sábia. Provavelmente em um assunto de tão grande importância, eu Pierre Laffitte, poderia apresentar considerações muito pouco desenvolvidas, mas eu penso que alcancei a meta essencial que persigo; e se isso resultará em um sentido profundo da necessidade de estabilidade da ordem econômica, a visão precisa da superioridade de conservação sobre a produção, tendo o projeto, finalmente, a necessidade de sempre fazer progressos na Ordem (Patronal). Que possamos vir finalmente a considerar a mudança econômica que, com este cuidado sábio que deve presidir a toda a destruição!  

Que possamos vir a esta disposição para receber com o progresso, cautela sempre tão pomposamente anunciada, a exigir a demonstração de que o progresso adequado é realmente verdadeiro e perfeito da ordem existente! Quando esta transformação só iniciar por  algumas mentes, vai finalmente ser realizado através de um grande número de Homens, para tornar-se imensamente viável para a felicidade da Humanidade, e de todo o conjunto de conceitos científicos que eu ( Pierre Laffitte) salientei e que estará chegando finalmente ao grande progresso moral.  Base e Texto de Pierre Laffitte. Fevereiro - 21, 1823 – Janeiro 4, 1903.

   SOCIAL - CAPITALISMO POLICIADO

                
   SOCIAL – SUSTENTABILIDADE NOS NEGÓCIO
                
                              http://smallbusiness.chron.com/business-definition-operational-sustainability-25509.html

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MORAL - EDUCAÇÃO DOS SENTIMENTOS

        ESTE TEMA DE MAIOR IMPORTÂNCIA SERÀ APRESENTADO DURANTE A PALESTRA.

        “  a  EDUCAÇÃO DOS SENTIMENTOS & AS doutrinas "

                   - INSTRUÇÃO CIENTÍFICA

                                            CONCEPÇÃO GERAL DA FILOSOFIA –  TEORIA DA ABSTRAÇÃO - Filosofia Primeira (15 Leis da Fatalidade Suprema) - Filosofia Segunda
                                              ( Leis das 7 Ciências)
                                            http://www.doutrinadahumanidade.com/livros/augusto_comte_para_todos_viii.pdf 
                      Da pagina 10 e seguintes.
                                                    
                                      
                 - POLÍTICA – Regime. Societocrático republicano

In my speeches, I give a suggestion as example of Structural Societocratic Regime Organization applied to Brazil case.                                    
http://doutrinadahumanidade.com/Palestra%20AMAN%20IV%20[Compatibility%20Mode].pdf  See the slides 35 to 86. Lecture

Hoping to have collaborated with new ideas to deal with this crisis, because this proposal was granted by a symbiosis of my studies of more   than 26 Constitutions of various countries in a period of 20 years of study, which also took into account the good items demonstrated the Current Organizational Structure of the Chinese State, removing and eliminating the method of choice for Communist lawmakers, back in operation. From what I have proposed here, only 20% of Congress will be made by politicians in a democratic election. The other politicians will be elected on a Societocratic way.

                    - SAÚDE – medicina

                     - DEVERES / DIREITO

·         Sugestões  para a ONU introduzir a noção de DEVERES, com objetivo de subordinar os direitos.
                            
*        CONSELHO MORAL DAS NAÇÕES UNIDAS - 

http://www.doutrinadahumanidade.com/artigos/conselho_moral_onu.htm

*        DECLARAÇÂO UNIVERSAL DOS DEVERES E DOS DIREITOS.

http://www.doutrinadahumanidade.com/ANTI%20Racismo%20e%20os%20Deveres%20com%20a%20Humanidade%20IV.pdf    Pagina 15


Encerando devemos lembrar que em lugar de “direitos Humanos” há necessidade de introduzirmos a noção dos “deveres com a humanidade”.
Já tivemos os “deveres divinos” que já nos ensinou ser uma desgraça.

Espero que tenham gostado e aproveito o momento para desejar-lhes,


Saúde, com Respeito e Fraternidade,
Paulo Augusto LACAZ





                                 
                                   
                           









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